Arquivo do mês: outubro 2007

Pagerank = 3

O google atualizou o seu PageRank e decidi testar o ranking do Priva-Público. Ei-lo:


Meu PageRank
O PageRank (o nome é uma referência a Larry Page, um de seus criadores e fundador do Google) é o método matemático que o Google emprega para atribuir o grau de relevância relativa de cada uma das páginas incluídas em seu índice.

Leia o artigo do Efetividade.net sobre o Pagerank: http://www.efetividade.net/2007/10/25/queda-do-pagerank-seria-ataque-do-google-contra-pratica-da-venda-de-links/

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Características do comportamento empreendedor

Complementando meu post anterior, publico aqui uma análise feita por Lucas Cassiano no blog Insight Estratégico.

No artigo “Comportamento Empreendedor: conhecimento, habilidade ou atitude?” o blogueiro discute os diferentes tipos de comportamento dos empreendedores de sucesso através de uma pesquisa em que pessoas classificavam o sucesso em Conhecimento, Habilidade ou Atitude.

“Observou-se que grande parte das pessoas citadas ficavam localizadas mais perto da atitude. Então, indagou-se por que a atitude parecia ser a característica mais recorrente? A resposta foi algo interessante: as pessoas de atitude geram motivos para adquirir habilidade e conhecimento, ou seja, quem está envolvido em ação tende a buscar meios para aperfeiçoar suas práticas, adquirindo habilidade e formalizando conhecimento.”

Dessa forma, ratifico a importância de uma disciplina voltada para o empreendedorismo dentro da academia. Despertar atitude nos graduandos gerará pessoas mais dispostas ao mercado e com alta capacidade crítica e política

Só a educação conseguirá transformar o quadro social quase caótico do país.

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A Internet e os Direitos Autorais

A Internet, e suas novas possibilidades de participação colaborativa por qualquer cidadão que a ela tenha acesso, possibilitou uma mudança de paradigmas e de pensamentos na sociedade moderna. Uma dessas mudanças diz respeito à Propriedade Intelectual.

É no cenário informatizado e interligado da rede mundial de computadores que surge o projeto Creative Commons. O projeto foi idealizado por Lawrence Lessig e hoje possui representações no mundo todo.

O Creative Commons pretende organizar o conflito entre as leis de Direitos do Autor atuais e o amplo acesso ao conteúdo artístico através da Internet. A proposta é eliminar os intermediários nas negociações dos direitos deixando que os autores decidam o destino e valor de suas obras. Ronaldo Lemos, coordenador do projeto Creative Commons no Brasil, dá mais detalhes em entrevista para o site Consultor Jurídico.

Walter Benjamin já apontava para uma certa crise das artes em “A Obra de Arte na Época de sua Reprodutibilidade Técnica”. Será que a proposta de Lessig irá pegar?

Eu aposto na idéia. Tanto que o conteúdo postado neste blog é, em sua maioria, licenciado sob Creative Commons. No entanto, para alcançarmos um nível de discussão maior, é necessário levar ações do tipo para outras esferas, como por exemplo, a publicação de TCCs e teses acadêmicas de forma livre para uso da comunidade.

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Brasil cai no ranking de liberdade de imprensa

Do Portal Comunique-se:

“O Brasil ocupa a 84ª posição no ranking elaborado pela organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF). Segundo a ONG, foram registrados casos de violência contra jornalistas no Brasil, embora não cite números. A posição do País piorou. No ano passado, o Brasil ocupava o 75º lugar. Este ano recebeu nota 25,25, enquanto em 2006 teve nota 17,17. O ranking faz parte de um relatório sobre a classificação mundial da liberdade de imprensa em 169 países.

A Islândia e a Noruega são os melhores lugares para jornalistas trabalharem. Receberam nota 0,75 e estão, respectivamente, na primeira e segunda posições, seguidas da Eslováquia e Estônia, ambas com nota 1.

Blogueiros também não escapam da repressão
Quem se utiliza da Internet para informar também está na mira de regimes e grupos interessados em acabar com o direito à liberdade de expressão. Na Malásia (124ª posição), por exemplo, e também na Tailândia (135ª) e Egito (146ª) blogueiros foram presos e sites tirados do ar.

“Estamos muito preocupados com a multiplicação de casos de censura na rede. Cada vez há mais governos que se utilizam do papel de julgar a Internet na luta pela democracia e criam novos meios de censurar a rede. Agora as autoridades dos países repressivos atacam os blogueiros e os jornalistas com a mesma força que atacam os trabalhadores de meios de comunicação tradicionais”, explica a ONG.

Pelo menos 64 pessoas que escrevem blogs foram detidas. A China está na liderança neste caso com 50 internautas presos.”

A notícia é triste. Mas extremamente importante para todos nós. Falta de liberdade de imprensa não é problema apenas para uma instituição ou empresas. É problema para a sociedade que se vê sem liberdade de pensamento e expressão, sem ter acesso as informações de que precisa para se autogovernar e gerir.

O relatório da ONG pode ser visto aqui.

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A quem pertence um mandato político?

O instituto de pesquisa Sensus divulgou, na última segunda-feira, dia 15/10, a pesquisa nacional de opinião rodada 90. A pesquisa pode ser encontrada clicando aqui.

No texto da pesquisa sobre fidelidade partidária, foi perguntado a quem pertence o mandato: ao candidato ou ao partido político? A resposta:

MANDATO DO CANDIDATO

Pertence

OUT 07

%

Candidato

48,7

Partido Político

38,3

NS/NR

13,1

Total

100,0

No entanto, acredito que a pesquisa foi mal formulada. O mandato não pertence nem ao candidato nem ao partido e sim ao povo que ele representa. Partidos não são donos do governo, muito menos os candidatos. Eles servem ao povo e devem atender os interesses desse povo.

É verdade que isso só acontece na teoria em muitos casos. Há ainda uma grande necessidade de investimentos em educação para que o povo brasileiro desperte essa consciência.

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Dificuldades no Curso de Jornalismo

O curso de jornalismo apresenta ainda graves dificuldades na formação de profissionais para o mercado de trabalho. Hoje, estou no 5º semestre de jornalismo e verifico muitas falhas.

Não estou sozinho nas idéias. O site Observatório da Imprensa também publica artigos que apontam nessa direção. O que mais me chamou atenção, recentemente, foi o artigo Empreender, o Drama da Profissão, de Márcio Fernandes. No artigo, podemos verificar uma série de problemas:

  • Ensino voltado a formação de empregados; Ausência da disciplina Empreendedorismo – Muitos alunos de faculdades de jornalismo sonham em abrir sua própria agência de comunicação ou ter seu próprio negócio. No entanto, a ausência da disciplina “Empreendedorismo” na grade curricular não estimula nem orienta o formando para tal;
  • Formação de profissionais para as Redações – Durante o curso, os alunos aprendem muito sobre o cotidiano das redações de rádio, TV e impresso. Acontece que o mercado aponta para um crescimento das Assessorias de Imprensa, que irão empregar a maioria dos graduandos. A disciplina “Assessoria de Imprensa”, aliás, só é lecionada no último semestre do curso.
  • Inadequação às novas tecnologias – O curso de jornalismo ainda entende a atividade como produção de noticias e publicação. O curso não está atento às modificações que o mercado vêm sofrendo com a introdução de novas tecnologias como os Blogs. Acredito que a produção jornalística em blogs deveria ser incentivada pela academia.

Muito disso se deve ao caráter pouco dinâmico da academia quanto a evolução do sistema educativo. O método científico no qual se baseia o ensino das universidades é lento. Isso faz com que a universidade acabe por não ficar antenada com o mercado de trabalho.

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Incêndio na Cidade Velha

Ontem à tarde, estava saindo para a Universidade quando vi a cena pela minha janela:

imagem do Incêndio

Vi o incêndio aumentando na distância e rápido me aprontei para tentar correr até o local e ver o que acontecia. Infelizmente, não consegui chegar muito perto, pois os bombeiros haviam isolado à área para impedir a passagem de curiosos e evitar possíveis saques.

O incêndio ocorreu no prédio da Sapataria Paraibana, localizado na rua João Alfredo com a travessa Padre Eutíquio. Segundo o Portal ORM, as chamas também atingiram um prédio ao lado, que foi parcialmente destruído.

Imagem de Incêndio

Não houve vítimas no acidente. Todos os funcionários da loja e dos prédios vizinhos conseguiram se afastar do local do incêndio logo que este havia iniciado.

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Conheça o Catálogo da Web 2.0

Já faz algum tempo que conheci esse site e decidi compartilhá-lo:

Go 2 Web 2.0

O site é funciona como um catálogo de todos os sites de conteúdo à la Web 2.0. Tem desde os mais famosos, como o Flickr, aos menos conhecidos e que merecem destaque como o oSkope.

oSkope é um buscador de vídeos, fotos e mais, que permite ao usuário uma grande interação com o resultado da busca. Experimentem.

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Pará dividido – minha opinião

Em primeiro lugar, obrigado a todos aqueles que se manifestaram contra ou a favor do tema no post anterior. Ainda que a internet pareça um campo elitista para se discutir o assunto, acredito que possamos sim contribuir para um consenso através da discussão pública em todas as mídias possíveis.

Agora, quanto a meu posicionamento sobre a Divisão do Estado do Pará: SOU CONTRA.  Não somente por questões patrióticas, mas por que não acredito na viabilidade, a curto prazo, de nenhum dos projetos propostos.

Voltando a palestra da Unama,  o deputado estadual Joaquim Passarinho defendeu, durante o debate, a idéia de que a divisão territorial foi proposta sem discussão pública. Dessa forma, o deputado se posiciona contra o plebiscito, pois haveria necessidade de que o projeto territorial dos novos estados também fossem discutidos publicamente, além do desejo separatista isolado.

Quando perguntado sobre o porquê da inclusão de Tucuruí no território de Carajás (afinal, Tucurí é geograficamente Norte, e não Sul do Pará),  o deputado federal, autor do projeto, Giovanni Queiroz afirmou que tal decisão atendia “os desejos do povo”. Eu me pergunto onde estão as pesquisas de opinião que revelam esses desejos? Onde estão os registros dos debates públicos em que o povo defende a idéia?

Durante as últimas semanas, perguntei a vários amigos e transeuntes sobre o que achavam da divisão. Aqueles que se colocaram contrários afirmam que “o Pará vai sair perdendo”. Perdendo onde? Será que o território do nordeste paraense não possui nada de produtivo em Produtos Naturais, Serviços ou Mão-de-Obra?

Acredito que o plebiscito, portanto, se tornaria inviável na atual conjuntura do Estado. Não há estudos suficientes que demonstrem as viabilidades da implantação de novas unidades federativas; não há participação pública nos projetos até então apresentados; e não há sequer uma boa educação e consciência a respeito do processo de fragmentação do Estado do Pará ao longo de todos os seus municípios.

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